Mostrando postagens com marcador arte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador arte. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

"Design + Artesanato = O caminho brasileiro"


2 de fevereiro de 2012, dia de Iemanjá, este foi o dia escolhido por Adélia Borges para o lançamento de seu livro n’A Casa - Museu do Objeto Brasileiro. (Rua Cunha Gago, 807, Pinheiros, São Paulo - SP)
Marinês Takano entre amigas.
Fiquei sabendo a respeito através do programa começando o dia, de Alexandre machado, naquela mesma manhã.
Eu e Neide D'Ávila
Alexandre entrevistou Adélia e ao ouvi-los senti que tinha que ir ao lançamento e ter um livro, autografado, claro!
As duas Maras.
Convidei minha amiga Mara para ir e lá fomos nós.
Foi muito compensador. TUDO!
Encontramos várias amigas... inclusive acabei descobrindo, através da Neide, que Adélia freqüenta o mesmo salão de cabeleireira que eu !... não é demais?
Adélia Borges
Obrigada, Adélia!...

domingo, 6 de novembro de 2011

Cerâmica da Kimi


Esta semana estive no atelier de uma amiga, um reduto de bom gosto, equilíbrio, beleza e elegância. Quem?
Kimi, um nome tão gracioso quanto o ser a quem ele foi destinado.
Quando a conheci não tinha a menor idéia que era uma pessoa de projeção, e quê projeção, no meio artístico!
A ignorância tem seu lugar em nossa vida e permite o descortinar de surpresas extasiantes. Pois foi assim, a descoberta da força que vem desta pessoa tão delicada e sutil através de sua arte.
Quer conhecer sua arte? www.kiminii.com.br

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Recuerdos de Amambay 6 - A manhã seguinte


 Uma manhã imensamente iluminada – foi até um impacto, prazeroso, quando abri a janela. Um espetáculo de luz.

Passado o primeiro impacto, pude apreciar toda a beleza que se descortinava por aquela janela. 

Parecia um sonho.

Um sonho no estrangeiro foi o que eu tive.

Senti-me num cenário de filme, não é demais?

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Recuerdos de Amambay 5 - Detalhes da casa


A casa desta fazenda é um primor. A reforma feita a partir da casa original, das épocas do pai do Lino, Sr. Manoel, foi tão boa que é difícil identificar qual parte foi a inicial. As soluções dos diversos ambientes e as suas interfaces demonstram extremo bom gosto e criatividade, dignas dos melhores arquitetos.

Creio que se Lino tivesse seguido a carreira de Arquitetura, seria um dos nossos melhores.
Aqui também é possível identificar o aproveitamento de diversos materiais, inclusive os existentes na própria fazenda, de forma muito criativa e orgânica, como madeira que um dia foi usada na construção de currais aproveitada para acabamentos internos da casa – portas, batentes, piso, corrimões, etc.
Há detalhes de piso que me encantaram como o do hall de entrada que se utiliza de cimento queimado decorado com arcos de madeira formando o símbolo da fazenda, tendo preservado neste espaço o tronco oco de uma árvore que ali existiu antes do espaço ser transformado em casa – o toco de árvore que mora dentro de casa.
O piso externo, numa parte da entrada da casa também é especial, com “rodelas” de árvores rejuntadas com cimento, criando um rústico chique.
Sem contar com o ladrilho hidráulico que Lino ganhou de um amigo e foi incorporado como detalhe decorativo ao pé de uma escada de madeira.
Há muito mais para se ver e aprender nesse espaço maravilhoso. 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Recuerdos de Amambay 4 - Coisas da casa

Porta-cebolas feito pelo próprio Lino

Esta é uma pequena amostra da criatividade e bom gosto dos viventes da casa.

Não só criatividade em si, mas também a habilidade, pois vários deles são artesanalmente realizados por eles mesmos.

O aproveitamento de materiais que seriam descartados pela maioria das pessoas são aqui transmutados em belos utilitários ou objetos decorativos, reciclando sua história.
Mesa feita de cacto, trazida de uma das viagens do casal.

Olha só: balde sobrevive a pintor de parede
 e se transforma em luminária!
É muito bacana! Estão de parabéns.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Ceschiatti na Sé

Alfredo Ceschiatti é o artista autor desta obra, que hoje se encontra na Estação Sé do Metrô de São Paulo.
Surpreendi-me ao encontrá-la num dia que por ali passava. Esta estátua me traz lembranças nostálgicas da minha infância, quando ela estava localizada na Praça das Guianas e ali eu passava de ônibus quando ia ao centro de São paulo com minha mãe. Como quase todas as crianças, eu ficava junto à janela, olhando o mundo passar diante dos meus olhos e sempre via está estátua-mulher naquela praça. Por que será que não a esqueci?
Ceschiatti era mineiro de Belo Horizonte, nascido em 1º de setembro de 1918. Estudou na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro e foi premiado no Salão Nacional de Belas-Artes, em 1945, pelo trabalho em baixo-relevo do batistério da Igreja São Francisco de Assis em Belo Horizonte.
Conheceu Oscar Niemeyer, que lhe encomendou uma escultura para o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte. Mais tarde, quando da construção de Brasília, tornou-se o principal escultor da nova capital do país.
Fiquei sabendo que Ceschiatti se queixava da forma como Brasília (ou o Brasil) lidava com seu acervo artístico. Imagine se visse isto!
Ceschiatti mudou de dimensão em 26 de agosto de 1989, no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Exposição Florestas

Quinta-feira última, dia 17 de março, fui à abertura da Exposição Florestas, a convite das amigas Fátima Lourenço e Marinês Takano.
A exposição está acontecendo no espaço da Deco Galeria, na Rua dos Franceses 153.
Dela participam Fátima Lourenço, Marines Takano, Eiji Yajima, Auro Okamura, Eduardo Schamó, M. Clarice Sarraf, Marli Takeda, Matiko Sakai, San Bertini, Sheila Oliveira, Shizue e VPadin. Todos são participantes do Grupo Oka (http://www.okaarte.wordpress.com/).
A mostra foi organizada por Oscar D’Ambrosio e ficará aberta à visitação até 10 de abril.
A abertura foi uma verdadeira festa, até porque, comemorou-se o aniversário de Eiji Yajima. Foi uma animação só!
O lugar estava cheio de belas obras, gente bonita, bons papos, boa comida e bebida...
E VPadin manteve-se em estreitíssimo contato com sua obra... quase o tempo todo! Admirável menina!
Parabéns ao Grupo Oka.
Sucesso!