sábado, 13 de agosto de 2011

Férias em Três Voltas 18 - Ala felina

"Felis catus" é o nome científico dos gatinhos. A ala felina da fazenda tem um jeitão típico: livres, graciosos, belos, voluntariosos, movimentos harmoniosos e absolutamente senhores de si.

Assim sendo, como sou uma estranha para eles, não permitem que eu me aproxime demais e, muito menos, que os toquem, para minha frustração.


Mas desta vez consegui fotos interessantes deles dois.

Até quando um deles subiu no telhado pra tomar sol!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Férias em Três Voltas 17 - Mamoeiro

Belíssima manhã ensolarada, mas fazia muito frio. Havia geado. As folhas do mamoeiro não sobreviverão à geada, mas seus efeitos ainda não são visíveis. 
Agora elas serão eternas. Aqui!

Segundo Aniversário da Ciranda do Desenho

Hoje comemoramos o segundo aniversário deste blog, que  está ficando bem grandinho!
Obrigada a todos os amigos e espero que continuemos juntos por este caminho de prazeres compartilhados.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Férias em Três Voltas 16 - Cotias

Cotias – no plural mesmo. E não se trata do município vizinho a São Paulo. São os animais roedores, as “cotias”.
Ops! Acabei de descobrir que há também outra grafia: “cutia”! Quem diria, hein! Foi Tio Google que me auxiliou na descoberta.
A fazenda é um lugar onde os animais silvestres se apresentam com maior ou menor desinibição, dependendo de seus fatores internos (ariscos) ou externos (presença de outros “elementos” ofensivos, como gente, cães, gatos e outros). 
A cada vez que vou para lá tem um novo freqüentador do jardim-quintal da casa. Desta vez foram as cotias que vinham se alimentar de descarte de alimentação humana, que a Odila deixa na beira da mata.
Só podemos observá-los discretamente, mas muuuuiiiiito discretamente pela janela da cozinha, quase sem nos movimentarmos, pois são ariscos. Consegui algumas imagens que nem são tão boas assim, pois elas estavam um tanto longe do alcance da câmera fotográfica.
Foi emocionante!

"A cutia é um roedor da família Dasyproctídae, que vive nas matas e capoeiras, saindo à tardinha para alimentar-se de frutos e sementes caídos das árvores".
Fonte: www.viverdeeco.com 

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Férias em Três Voltas 15 - Limão Cravo

Olhem só que riqueza este pé carregadinho de limão cravo!
Em pleno inverno ele frutifica trazendo a cor do sol para seus frutos.
Quem não o conhece e vê esta beleza cheirosa, corre o risco de descobrir que se trata de limão de uma maneira bem azeda, não é mesmo?

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Férias em Três Voltas 14 - Ala canina

A ala canina da fazenda é muito especial, bonita, simpática, enfim, de muita personalidade. É composta por indivíduos da raça denominada “Fox Paulistinha”.

Naquela fria manhã, quando havia geado, todos os seres de sangue quente saíram para tomar o belo sol que nos brindou com sua presença.
Mas a ala canina deu um show! Incluindo o nascimento de novos membros, que obviamente não poderiam aparecer na foto, uma vez que estavam no "berçário", juntamente com sua mamãe, sob a casa que aí aparece.
E, por curiosidade, fui saber um pouco mais a respeito desta raça canina brasileira.
“Não se tem certeza de suas origens, uma das hipóteses é que descendem dos Fox Terrier de Pelo Liso, Jack Russell Terrier e cães de fazenda brasileiros. 
Há outra hipótese, bem forte, de que cães de tipo Terrier, sem precisão de raça definida, viajavam como caçadores de ratos em navios mercantes, principalmente nos ingleses, desde o século XIX. Acredita-se que o Terrier Brasileiro é originado do acasalamento desses cães. Estes mesmos cães teriam dado origem a outras raças como o Jack Russel, o que justificaria a similaridade física entre as raças.
Tendo o mesmo padrão desde 1920, a primeira tentativa de reconhecimento ocorreu em 1964, mas pelo baixo número de registros o processo foi cancelado.
Depois de muito trabalho por parte de alguns criadores, a raça recebeu o reconhecimento provisório em 1995 e o definitivo em 2006.
O processo de reconhecimento e registro é feito pela FCI (Federação Cinológica Internacional), com sede na Bélgica, e há uma série de regras a serem cumpridas antes do reconhecimento definitivo, como: comprovar ausência ou controle de doenças genéticas, número mínimo de exemplares sem parentesco próximo, ninhadas que nasçam homogêneas e etc.
O Terrier brasileiro foi adaptado tanto ao campo como ao meio urbano, onde teve a importante função de guardar as mercadorias dos armazéns da ação predatória de roedores. No meio rural, também com eficiência, passou a desempenhar atividades de caça e pastoreio de rebanhos.”
Este é o pai de um dos cães da fazenda, ele é urbano.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Férias em Três Voltas 13 - Azevinho na gamela

Olha só que forma um tanto forte de descobrir o azevinho! Lá estava eu, buscando modelos fotográficos, quando encontrei esta gamela com estes “galhos secos”. Ao ajeitar o conjunto para fotografar, me espetei num dos espinhos e me machuquei. Só aí é que fui prestar atenção e vi que se tratava do azevinho. Quem diria!
Seu nome oficial é “ilex aquifolium”, mas também é conhecido como azevim, azevinho-espinhoso, espinha-sempre-verde, zebro, pica-rato, visqueiro, aquifólio, teio,vidreiro (Portugal), acedo, congonha (Argentina), stechpalme, stechhülse (alemão), acebo, arbre de visc, arbre de mal fruit, grèvol, coscoll de vesc (catalão); agrifoglio (italiano).
Dizem que suas propriedades medicinais são: folhas – adstringentes, tônicas, amargas, sudoríficas, febrífugas, antiartríticas; frutos – purgativo.
Dizem também que seu uso é indicado para distúrbios hepáticos, dispepsia, histeria, febre, cólicas, enfermidades do estômago e intestinos, reumatismo.
No entanto, o mais comum mesmo é vermos sua imagem estampada de várias formas na época do Natal.