sábado, 20 de novembro de 2010

Templo Zu Lai - O jardim

Logo na chegada, ainda no estacionamento, parece que não estou no Brasil. Adentrar o jardim e encontrar todas aquelas estatuetas a nos dar boas-vindas e, ao mesmo tempo, a guardar aquele lugar faz com que deixemos para trás uma série de preocupações que costumamos carregar.

Templo Zu Lai - O incensário

Este incensário fica na entrada do templo de orações. Lindo!
 

Templo Zu Lai - O taiko

Há um lindo taiko, instrumento de percussão, suspenso no nível superior do templo!

Templo Zu Lai - Flor de lótus

O recanto da flor de lótus no jardim do templo é especial. As flores – encantadoras. É a primeira vez que vejo esta flor num jardim. Presente dos deuses.
 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Árvores da Memória - a exposição

Encontrei na Estação Vila Madalena do Metrô de Sampa, no mês de setembro último, uma exposição muito interessante, chamada Árvores da Memória.

Dizia o painel: “Ao pintar suas telas, a artista inspirou-se nas imagens das árvores que povoam as lembranças dos adultos moradores de grandes cidades, com origem no meio rural e nas pequenas cidades do interior.”

“Laila Bastos Andrade Guimarães introduz a arte no cotidiano e na exaltação da natureza, com doses de sonho, magia e inteligência. Cria com sua alquimia de tintas e seda uma arte refinada, de intenso e expressivo cromatismo, equilibrada em uma vigorosa estruturação de planos e volumes solidamente compostos. São obras serenas que flutuam em quietude, numa espécie de sexto sentido de compreensão da realidade. Em seu trabalho existe um confronto entre o aparente e o oculto, uma nostalgia de algo que se viveu, mas que existe para além do tempo cronológico dos fatos.” (Mali Frota Villas-Bôas, historiadora e crítica de arte, curadoria).

Árvores da Memória - as pinturas

Pinturas em seda, pela artista Laila Andrade Guimarães. Encontrei-as na Estação Vila Madalena do Metrô de Sampa, no mês de setembro último.
Sob a árvore

Jaboticabeiras



Jaboticabeiras - detalhe


Árvore da vida


Amazônia


Amazônia - detalhe


Árvore de mãe


Árvore na tarde fria


Árvore no entardecer


Ipê amarelo - árvore símbolo do Brasil


Árvore ao luar


Árvore do Caminho


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Abacateiro na praça

Um dia desses, caminhando pelas vizinhanças de casa, tive uma grata surpresa na Praça Dr. Fernando de Oliveira Pimentel, que no mapa do tio Google consta como Praça Horácio Sabino, que é uma praça ao lado desta.
Olhando as árvores, percebi umas frutas redondas, verdinhas. Sabe o que eram? Abacates! Sim senhores, abacates em plena praça.

Foi demais!

Daí fui procurar saber um pouco mais sobre o abacateiro e fiquei pasma! É uma verdadeira farmácia, além de embelezar a praça.

Olha só o que descobri!

“O abacateiro pertence à família das Lauráceas, próprio da América tropical e pouco resistente a climas frios. É uma planta essencialmente medicinal, pois contém amido, glicose, sacarina, gordura, resina cristalizada, água, tanino, ácido málico e ácido acético. O óleo extraído da polpa do fruto é rico em vitaminas A,B,D,E,G e principalmente em fitosterol e lecitina, o que lhe assegura propriedades anti-raquíticas extraordinárias.

Prisão de ventre, flatulência, perturbações digestivas, gota, reumatismo, afecções nos rins, da pele e do fígado são alguns problemas que podem ser resolvidos mediante a ação das propriedades medicinais desse fruto. Excitante da vesícula biliar, balsâmico, carminativo, estomático, emenagogo, anti-sifilítico, atua contra a uremia, a bronquite e a tuberculose. O caroço é usado como tônico capilar, é também eficaz contra a enterocolite.

Os botões das flores são usados no tratamento dos órgãos sexuais femininos, as cascas são vermífugas, as sementes secas são empregadas contra a tenia(solitária).

Mas é necessário ter prudência ao utilizar as sementes devido a grande quantidade de tanino que contêm.”