quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Trianon aos domingos

O Parque Trianon é, aos domingos, um lugar de festa para muitos paulistanos. Seu nome oficial é Parque Tenente Siqueira Campos, mas poucos sabem disso, apesar da placa colocada logo em sua entrada principal.
Nesse dia, acontece uma feira de artesanato em sua calçada junto a Avenida Paulista. Fato que já se tornou turístico, somado a feira de antiguidades que acontece sob o MASP, do outro lado da calçada da mesma avenida.
Dentro do parque inúmeras atividades acontecem: danças circulares, conjunto de rock, jogo de xadrez, passeio de cães, etc.
É uma ótima opção para o final de semana.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Placa boêmia

Ao fotografar os ipês rosas, num domingo pela manhã, deparei com esta placa de rua. Ao vê-la veio me uma imagem digna de desenho animado: uma placa que de tão bêbada, caiu na calçada e ali ficou até a manhã seguinte.


É muita fantasia, não é mesmo?

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Hallowe'en's eve no escritório



Antevéspera de Hallowe’en no escritório? Isso mesmo! Foi no dia 29 de outubro que fizemos um pequeno momento Hollowe’en pra alegrar e descontrair nossa sexta-feira. 

 Alguns brasilianistas protestaram argumentando por que não comemoramos o “dia do Saci”, que coincide com o Hallowe’en – 31 de outubro. Devo confessar que havia me esquecido deste nosso personagem brasileiríssimo, mas podemos fazê-lo conjuntamente no futuro, certo?

 Quanto ao Hallowe’en, aproveitarei uma pesquisa feita por mim nas épocas em que eu estudava inglês e, obviamente em outubro, durante a pesquisa surpreendi-me com o que há na história desse festival.

O nome original do evento que hoje conhecemos como Hallowe’en é Samhain (lê-se sau-in) e festejava o Ano Novo Celta. A palavra é gaélica e literalmente significa “fim do verão” – summer’s end (Europa continental, Irlanda, Ilhas Britânicas).

O ano celta era dividido em duas principais estações: a escuridão e a luz, ou seja, Inverno e Verão. A entrada dessas estações era comemorada por festivais, ou Sabbats, denominados Samhain e Beltane.

Samhain era o festival mais importante do calendário celta e era celebrado no dia 31 de outubro. Marcava o início de um novo ciclo e, assim como o dia celta começa a noite, o início do ano celta começa no inverno. Celebrações incluíam a colheita realizada antes do longo inverno e também ritos para honrar os que já haviam mudado de dimensão (mortos), incluindo um festival para a morte.
No período entre o por-do-sol do Samhain até o por-do-sol do dia seguinte havia um sutil espaço no mundo celta, um lugar entre os “mundos” onde profundas inspirações poderiam chegar aqueles que tivessem sensibilidade para tal. Além das inspirações, seres sábios e outros nem tanto, poderiam passar pelo portal.

Samhain tornou-se o nosso conhecido Hallowe’en quando missionários cristãos buscavam doutrinar o povo celta. Após muitas tentativas frustradas de conversão, no ano de 601, o Papa Gregório I autorizou a utilização das crenças e costumes populares para fins missionários de conversão. Foi assim que vários dias santos da igreja católica foram escolhidos próximo das datas de ritos celtas, como por exemplo o Natal no dia 25 de dezembro, pois corresponde as celebrações do solstício de inverno. Outra data significativa é o dia de São João, 24 de junho, data do solstício de verão – Festival de Beltane.

Por conta de Samhain ter ênfase no supranatural, foi o suficiente para que este dia fosse considerado relacionado a forças maléficas ou infernais. Então criaram o Dia de Todos os Santos um dia após o Samhain, ou seja, 1º de novembro. O Dia de Todos os Santos era chamado de All Hallows (todos os santificados) e a véspera era chamada de All Hallows Eve, tornando-se Hallow Evening, que finalmente chegou ao termo Hallowe’en – o Ano Novo celta, da era pré-Cristã em versão contemporânea.

Foi na América do Norte que o Hallowe’en da forma como conhecemos se desenvolveu, inclusive o uso da abóbora escavada foi ali criado, mas essa é uma outra história.

E agora acabou-se a história. Entrou por uma porta, saiu pela outra. Então,quem quiser que conte outra.
"Travessuras ou gostosuras?"
"Trick or treat?"

domingo, 5 de dezembro de 2010

Congéia no muro

Numa de minhas andanças pela vizinhança, deparei com esta maravilha. Não resisti, parei o carro e fotografei. O local? Esquina das ruas Dr. Carlos Norberto de Souza Aranha e Vitorino de Carvalho.
E para descobrir o nome desta linda planta? Recorri a um arquivo especial sobre plantas que minha amiga Luciana Santos Pires deixou e me tem sido muito útil. Por isso sou muito grata a Luciana.
A planta chama-se congéia ou côngea. Seu nome científico é Congea tomentosa e faz parte da família das Verbenaceae. Tem origem na índia, Malásia, Burma e Tailândia.
A congéia é uma trepadeira de ramagem lenhosa, ramificada, conhecida no mundo todo devido ao seu florescimento decorativo. Suas folhas são elíptico-ovaladas, opostas, tomentosas (pilosas), perenes, de cor verde clara e com nervuras bem marcadas. No fim do inverno e início da primavera a congéia floresce, exibindo numerosas flores brancas, pequenas e discretas, mas cada uma circundada por três brácteas em forma de hélice, muito vistosas e duráveis, que mudam de cor gradativamente, do rosa para o roxo e posteriormente para o cinza, ao longo de várias semanas. A floração é tão densa e abundante que mal se pode ver a folhagem.
(fonte: http://www.jardineiro.net/br/banco/congea_tomentosa.php)

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Sempre Aquarelas

Esta exposição aconteceu durante todo o mês de novembro na Estação Vila Madalena do metro de Sampa. E neste caso é muito especial para mim, pois várias amigas participam do evento, especialmente na produção e na arte. Fátima Lourenço, Marines Takano, Karime Rubez e Maria Lúcia Panizza são minhas amigas, com muito orgulho.
Parabéns a todos, as aquarelas são lindas, pena que a foto não traduz nem um terço da beleza que é ao admirarmos in loco.
"Há anos a admiração pela aquarela tem se ampliado, e bons artistas – novos ou consagrados – têm se afeiçoado à técnica. Esta coletiva mostra obras inspiradas pela natureza e de feituras surpreendentes.

A técnica da aquarela deve ser entendida como inclusiva dos materiais que, diluídos em água, possibilitam ao artista a obtenção de transparências, trabalhadas em velaturas e colorido de maior ou menor intensidade.

Há anos a admiração por esta arte te crescido e, cada dia mais, bons artistas – consagrados e novos – têm se aperfeiçoado e realizado trabalhos realmente importantes.

Desta coletiva participam 15 artistas: Angélica Pedroso, Cassiano Pereira Nunes, Danielle Noronha, Eliane Consol, Fátima Lourenço, Francisca do Val, Graciela Wakisaka, Iole Di Natale, Ivone Beltran, Maria Lúcia Panizza, Marina Martinelli, Marines Takano, Sérgio Gregório, Sonia Hossom e Zilá Traper.

É oportunidade para vislumbrarmos múltiplas interpretações e realizações com a temática comum da natureza, mantendo a qualidade dos trabalhos e permitindo a admiração de obras inspiradas e de feitura muitas vezes surpreendente." (Antonio Carlos Abdalla – curador)




Produção: Fatima Lourenço (fatimalourenconunes@gamail.com) e
Marines Takano (marinestakano@gmail.com)
Foto e Arte: Karime Rubez



As pinturas expostas

Angélica Pedroso
 
Sem título, sem data
técnica mista sobre papel
21,5cm x 31,5cm

Sem título, sem data
técnica mista sobre papel
21,5cm x 31,5cm




Cassiano Pereira Nunes
 
Entorno do rio XV, 2009
aquarela sobre papel
24cm x 31,8

Entorno do rio VII, 2009
aquarela sobre papel
24cm x 32cm
 


Danielle Noronha
 
Mergulho 4, 2010
aquarela sobre papel
30cm x 50cm

Mergulho 2, 2010
aquarela sobre papel
30cm x 50cm
  


Eliane Consol

Festa na floresta II, 2010
aquarela sobre papel
28cm x 50cm

Festa na floresta V, 2010
aquarela sobre papel
28cm x 50cm



Fátima Lourenço

Vaso para presente com flores, 2009
técnica mista
24cm x 32cm

Vaso desenhado para presente com flores, 2009
técnica mista
24cm x 32cm




Francisca do Val
 
Jarrinha, 2009
técnica mista
10cm x 10cm

Tetraglossula SP. em Ludwigia Elegans, 1993
técnica mista
9,5cm x 10cm

Cogumelos de Kipuka Ki, sem data
técnica mista
6cm x 10cm
 
Passiflora alta, 2009
técnica mista
10cm x 10cm



Graciela Wakizaka

Quietude do mar, 2010
aquarela sobre papel
30cm x 46cm

Luz da manhã, 2010
aquarela sobre papel
30cm x 46cm



Iole Di Natale
  
Vila Berti-Gavi, 2005
aquarela sobre papel
30,5cm x 45,5cm

Piazza Ratazzi, 2005
aquarela sobre papel
30,5cm x 45,5cm



Ivone Beltran 

Rio Paraíba do Sul, 2009
aquarela sobre papel
20cm x 50cm

Rio Paraíba do Sul, 2009
aquarela sobre papel
20cm x 50cm



Maria Lúcia Panizza
 
O desenho da semente, 2010
aquarela sobre papel
28cm x 40cm

O desenho da semente, 2010
aquarela sobre papel
28cm x 40cm



Marina Martinelli
 
Água, fons e origo 1, 2010
aquarela sobre papel
28cm x 45,5cm

Água, fons e origo 2, 2010
aquarela sobre papel
28cm x 45,5cm



Marines Takano
  
As três irmãs, 2010
aquarela sobre papel
30,5cm x 45,5cm

Viagem fantástica, 2010
aquarela sobre papel
30,5cm x 45,5cm



Sérgio Gregório

Peixe azul, 2010
técnica mista
18cm x 38cm

Peixe rosa, 2010
técnica mista
18cm x 38cm



Sonia Hosson

Coquinho, 2010
aquarela sobre papel
29,5cm x 49,4cm

Ipê amarelo,2010
aquarela sobre papel
30cm x 37cm



Zilá Troper

Flores, 2010
aquarela sobre papel
28,5cm x 38cm

Outonal, 2010
aquarela sobre papel
28cm x 37cm