terça-feira, 20 de setembro de 2011

Templo Zu Lai 2011 - 09 - Flor-de-São-João

Eu nunca havia visto a flor-de-são-joão utilizada de forma decorativa. Eu a conhecia na mata ou em beira de estradas.
E gostei do que vi! É uma planta que por conta de sua intensa coloração é altamente decorativa.
Descobri que a planta é brasileira e ocorre em todas as regiões do país. É conhecida popularmente como cipó-de-são-joão, cipó-bela-flor, marquesa-de-belas, cipó-pé-de-lagartixa e cipó-de-lagarto, entre outros nomes.
O nome relacionado a São João vem do uso dessa flor em festividades juninas nos quatro cantos do país.
Mas vale dizer que, no campo, essa trepadeira é considerada erva invasora e o que é pior – pode causar problemas caso seja ingerida pelo gado!
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Templo Zu Lai 2011 - 08 - O grande jardim

Um grande jardim ou um parque?
Tenho dificuldade de definir este espaço que parece um sonho.
O pouco que sei sobre jardins japoneses pode assim definir este espaço que lá encontramos.
Como esses jardins tiveram origem na China, imagino que o conceito básico seja o mesmo ou muito próximo, por isso transcrevo um texto sobre o jardim japonês.
“Diferentemente dos jardins ocidentais que têm como ênfase a beleza das formas geométricas, o principal objetivo do jardim japonês é ressaltar a beleza do ambiente natural, mesmo que isso não signifique a Natureza em sua forma original, inalterada.
Ou seja, elementos como árvores, arbustos e pedras são dispostos nesse jardim para simbolizar e enfatizar as características da Natureza e criar um espaço, embora artificial, de beleza natural que tem uma unidade harmônica.
A história dessa jardinagem da paisagem subsiste há milhares de anos, desde então ocorreram diversas mudanças e adaptações.
Os modelos dos primeiros jardins vieram da China e representaram o prazer e divertimento dos aristocratas”.
(fonte: Guia da Cultura Japonesa, Editora JBC, 2004)
Seja qual for o conceito, o resultado sobre os nossos sentidos é extasiante!
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domingo, 18 de setembro de 2011

Templo Zu Lai 2011 - 07 - O lago

Lago: elemento tradicional na composição de jardins e parques japoneses e chineses.
Obviamente no conjunto do jardim ou parque do templo há um pequeno lago com uma ponte!
O elemento água presente!
Interessante é a atração que o cantinho com água exerce sobre as pessoas. 
Naquele dia, havia diversas pessoas por ali e muitas, inclusive nós, fotografando sobre a ponte.
Há carpas no lago e são bem curiosas, aliás, peixes costumam ser muito curiosos.
No entanto, a água não estava muito transparente, então não deu pra curtir muito os peixes.
do arquivo de Gisele
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sábado, 17 de setembro de 2011

Templo Zu Lai 2011 - 06 - Cerejeiras em flor

Cerejeiras floridas: esta foi a grande surpresa e o grande presente do dia!
Primeiro eu nem sabia que havia cerejeiras nos jardins do templo, segundo havia me esquecido que era época de sua flora e terceiro o que me levou ao templo naquele dia nada tinha a haver com flores. Era o templo propriamente dito.
Esta flor é considerada a flor nacional do Japão, é um símbolo de felicidade: é na época de seu florescimento que as crianças iniciam o ano escolar, que os recém-formados saem em busca de trabalho.
Na época de seu florescimento, são realizadas as festas chamadas de “hanami” (ver as flores), ao ar livre, sob as cerejeiras em flor.
Singela e efêmera, a flor de cerejeira também tem seu lado trágico. Para os antigos samurais, não havia glória maior do que morrer num campo de batalha coberto de pétalas de cerejeira.
Na China, a flor de cerejeira significa poder feminino. É um símbolo da dominação feminina, indicando beleza e sensualidade femininas.
Na Índia esta flor é considerada sagrada e, nas casas que a possuem, diz-se que nunca faltará nada, assim diz a lenda indiana.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Templo Zu Lai 2011 - 05 - Os guardiães

Ao longo de todos os caminhos externos encontramos figuras ligadas ao Budismo.
Eu pouco sei sobre a matéria e nada conheço sobre a representação daquelas figuras, mas interpretei como uma espécie de guardiães ou guias.

As figuras são todas diferentes e todas são inspiradoras: tranqüilidade, alegria, carinho, amor, concentração, paz, atenção e outras condições, sempre positivas.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Templo Zu Lai 2011 - 04 - A Natureza como cenário

O cenário de nosso passeio não podia ser melhor.
Foi a Natureza em seu pleno esplendor primaveril!
Apesar de ser julho e, teoricamente, inverno, era como se fosse plena primavera!
Sol, céu azul e festa de flores foram ingredientes desse cenário.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Templo Zu Lai 2011 - 03 - A chegada

Quando chegamos foi aquele deslumbramento! Mesmo para mim, que já conhecia o templo. Daí houve aquele momento de excesso de alternativas: o que faremos agora? Daremos uma volta no prédio do templo? Vamos praticar meditação em movimento?, pois havíamos chegamos bem no horário da prática. Vamos tomar café na lanchonete – meio chinesa, meio brasileira? Vamos conhecer os jardins!... Nossa quê dúvida!
Optamos por tomar café, até porque a Cris estava quase desmaiando de hipoglicemia, tadinha! E foi uma aventura. Primeiro pra entender o que havia para comer e beber. Expliquei algumas coisas chinesas que conhecia para meus amigos. Enquanto escolhíamos nosso desjejum, permitimos que um rapaz chinês, que não falava português, passasse à nossa frente para fazer o seu pedido.
Surpresa! Junto com ele estava um grupo de cerca de dez pessoas. Ficamos ali boquiabertos, tentando entender o que se passava. Então lembrei-me de que o comportamento deles é bem diferente do nosso e então tomei a frente para conseguirmos nosso café “à moda chinesa”.
Após o café, já alimentados e mais calmos, saímos para conhecer os jardins e o parque que circunda o templo.
No entorno da edificação principal do Templo, há um jardim tipicamente oriental. É muito lindo e convidativo, um verdadeiro primor.
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